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Renegociar dívidas evita recuperação judicial e falência de empresas


recuperação judicial é uma medida para evitar a falência da empresa, pedida quando a mesma perde a capacidade de quitar suas dívidas. É uma medida emergencial e só deve ser acionada em último caso, então o ideal é que antes disso a empresa tente renegociar o que deve com os credores

Uma pesquisa do Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperaçõesdemonstrou um aumento de 95% de solicitações de recuperações judiciais em relação ao mesmo período de 2015. Foram 755 em 2016 contra 387 no ano anterior, grande parte por conta da crise econômica. Muitas dessas recuperações, porém, poderiam ter sido evitadas se as dívidas da empresa tivessem sido renegociadas no momento e forma correta.

HSA Solução em Finanças é uma consultoria curitibana especializada em renegociar dívidas. A maioria dos passivos a serem renegociados são para reestruturação administrativa das dívidas, ou seja, sem recorrer ao instrumento da recuperação judicial. Pela primeira vez nos mais de 21 anos da empresa, porém, os volumes de recuperação judicial superaram 50% da sua carteira, quando normalmente variavam entre 10 e 20%, e atualmente somam mais de R$ 600 milhões de dívidas em recuperações judiciais de 5 clientes. 

De acordo com Lazar Halfon, CEO da HSA, a empresa não costuma recomendar esta solução. “Apenas um dos casos de recuperação judicial da carteira de clientes da HSA foi impetrada por recomendação da HSA, os demais contrataram a HSA após terem pedido protocolado o pedido de recuperação judicial, por terem encontrado dificuldades em elaborar o plano e negociar com seus credores a sua aprovação. A renegociação administrativa ainda é a solução mais econômica e saudável para a empresas”, revela.

Para cada empresa a solução para colocar as contas em dia é diferente, explica Halfon. Ampliar prazos de pagamentos, reduzir os juros futuros e até mesmo o saldo devedor são algumas das possíveis soluções para evitar a recuperação judicial e a falência. “Liquidamos em maio uma dívida de uma empresa do Rio Grande do Sul com um dos maiores bancos do país, com 78% de desconto, após dois anos de disputas. Também renegociamos, no mesmo mês, as operações bancárias de um cliente de Curitiba, com carência de 12 meses para o início dos pagamentos e mais 48 meses para amortização, com redução de mais 70% na taxa de juros contratada. Normalmente são negócios interessantes para ambos os lados”, explica.

Enquanto algumas dívidas são renegociadas com aumento de prazo ou redução de valores, alguns credores podem aceitar produtos como parte do pagamento. “Liquidamos uma dívida de mais de R$ 4 milhões, de uma transportadora do Paraná, mediante a doação em pagamento dos caminhões e implementos, por valores substancialmente maiores do que poderiam ser obtidos na venda, mais de 80% da FIPE”, comenta Halfon. O importante é que a empresa possa continuar funcionando. Dívidas com fornecedores, por exemplo, devem ser pagas antes das dos bancos, para que a empresa possa continuar produzindo enquanto paga o que deve. O tempo também é essencial para evitar uma recuperação judicial ou falência. “Dificuldades de fluxo de caixa são como doenças raras, no início são difíceis de diagnosticar, mas a cura é fácil. Com o passar do tempo, o diagnóstico fica mais fácil, mas a cura muito difícil”, completa o CEO da HSA Soluções em Finanças.

Por Redação - Agência IN

Fonte: Investimentos e Notícias (investimentosenoticias.com.br)


Notícia publicada em: 20-06-2016

 
 
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